Archives for February 2010

Como é que o meu grupo se pode envolver na AN?

2º capítulo

Como é que o meu grupo se pode envolver na AN?

A preparação para a Assembleia Nacional já começou! Neste momento a EN procura reunir um conjunto de informação relevante sobre a comunidade que permita caracterizá-la de forma  objectiva.  Como a CVX é constituída por pequenos grupos reunir essa informação não é tarefa fácil. Alguns dados são já recolhidos através das fichas dos grupos mas foi lançado recentemente um inquérito sobre áreas de missão, que é uma tentativa de completar esses dados. Participar desse inquérito é uma primeira mas essencial tarefa para preparar uma boa Assembleia.

É importante que o grupo vá percebendo, de acordo com as disponibilidades de cada um, quem são os representantes que irá enviar á AN.

Antes da AN haverá um período de preparação em que será pedido aos grupos que rezem as questões que serão debatidas e decididas na Assembleia. É absolutamente fundamental que todo o grupo participe desse processo de discernimento para que os representantes do grupo na Assembleia possam aí expressar verdadeiramente o sentir do grupo.

Será também pedido aos grupos que proponham nomes de candidatos à Equipa Nacional. Este é um assunto que o grupo deve ir reflectindo desde já.

Concretamente durante a Assembleia haverá ainda a necessidade de que alguns membros constituam uma pequena equipa de apoio. Porque não ponderar aceitar esse desafio?

Vem aí a Assembleia Nacional

De 30 de Outubro a 1 de Novembro próximos, a CVX-P vai reunir-se em Assembleia Nacional (AN). Este é um momento fundamental na vida da nossa comunidade e, por isso, o nosso Departamento de Investigação pôs mãos à obra. Fomos esmiuçar a coisa e agora partilhamos com a comunidade da Região Sul. Não percas um único episódio desta saga.

1º capítulo

O que é uma AN?

A Assembleia Nacional é o órgão máximo de governo da CVX-P. A AN reúne, em princípio, de 3 em 3 anos, para decidir todas as questões relevantes sobre a vida da comunidade. Na AN, a comunidade faz o ponto de situação do seu percurso e define as suas linhas de rumo para os 3 anos seguintes, de acordo, naturalmente, com os Princípios Gerais e também com as orientações das Assembleias Mundiais. Depois elege a equipa que levará à prática as linhas de rumo aprovadas. A AN pode também reunir-se em circunstâncias especiais, como aconteceu no passado dia 23 de Janeiro, para votação dos novos estatutos.

Quem participa na AN?

Esta foi exactamente uma das questões que os novos estatutos vieram alterar. Na próxima Assembleia participarão 2 representantes de cada um dos grupos CVX. Isto permite que toda a comunidade esteja efectivamente representada. Note-se contudo que apenas os grupos afiliados e com as quotas em dia têm direito a voto. Cada grupo tem direito a 1 voto.

Bento XVI visita-nos em Maio

Foi anunciado pela Conferência Episcopal Portuguesa o site oficial da visita do Papa Bento XVI a Portugal em Maio.

O site www.bentoxviportugal.pt, contém «informação do programa (da visita papal), notícias na linha da preparação, fotografias e a possibilidade de interactividade».
O tema geral da visita de Bento XVI a Portugal é: «Contigo, caminhamos na esperança», ao qual se associa o subtítulo «Cristianismo, sabedoria e missão».

Em comunhão com toda a Igreja portuguesa, somos chamados a acolhê-lo já  pela oração, e na altura participando activamente em todo o programa.

A CVX estará em cima do acontecimento a convocar e a dar notícias.

Guias (ou falta deles)

Caros animadores e guias

No dia 6 de Janeiro realizou-se uma reunião conjunta de guias e animadores destinada a reflectir acerca da falta de guias na nossa reunião, dos desafios que se colocam à CVX neste processo de crescimento e dos modos como havemos de lhes responder.

Perante a realidade de:

  • num universo de 58 grupos, 15 estarem sem guia;
  • de há uns anos a esta parte, haver invariavelmente alguns grupos sem guia;
  • todos os últimos 6 anos se constituírem uma média de 4 grupos novos por ano,

 

tornou-se claro que a falta de guias não pode ser resolvida pontualmente, obrigando-nos, antes, a repensar o modo como funcionamos e o papel que os guias são chamados a desempenhar nos grupos, bem como as prioridades no acompanha­mento dos grupos por guias.

Tentando sintetizar os variados e inspirados contributos da reunião de dia 6, podem listar-se as seguintes conclusões:

1.      o guia é, em cada grupo, um meio de crescimento do grupo e não um fim em si mesmo;

2.      é importante que cada grupo perceba que o papel do guia no grupo não é existir, mas constituir uma instância de discernimento das moções presentes na reunião e no grupo, auxiliando os membros do grupo (menos distantes das referidas moções e, portanto, naturalmente menos capazes de as identificar) a dar-se conta do que se vai passando no grupo e em cada um enquanto membro do grupo;

3.      é importante, em particular, que se perceba que o papel do guia não é proporcionar lições de teologia ou de catequese ou de temas de espiritualidade inaciana;

4.      assim, perante a escassez de guias, cada grupo deve avaliar, ponderadas as suas particularidades e o momento que está a viver, quais os meios ao seu alcance para assegurar o discernimento das moções presentes na reunião;

5.      na avaliação a realizar, o grupo deve ponderar a escassez de guias e deve assumir uma atitude fundamental de caridade para com os outros grupos e a comunidade em geral. Com efeito ficou claro na reunião que há diferentes intensidades na necessidade de guia num grupo e que a circunstância fortuita de um certo grupo ter um guia não deve levar o grupo a pensar que é proprietário do guia ou que o problema da falta de guias é um problema dos grupos que, também por circunstâncias fortuitas… não têm guia;

6.      foram sugeridos como instrumentos de discernimento alternativos à participação do guia em todas as reuniões:

a.       o espaçamento das visitas do guia;

b.      a realização de uma segunda ronda de partilhas, após um espaço significativo (circa 5/10 minutos) de silêncio para colocar em comum ecos acerca das partilhas ouvidas;

c.       convidar pontualmente uma pessoa da CVX mas exterior ao grupo para assistir à reunião;

d.      em grupos em que o auxílio ao discernimento por um terceiro seja menos necessário, a institucionalização do princípio “por regra sem guia”, solicitando-se à ER um guia em ocasiões em que a vida do grupo o requeira.

7.      foi unânime o entendimento de que os grupos novos precisam necessariamente de um guia nos primeiros anos de caminhada.

Posto isto, pedimos a todos os animadores que nos comuniquem o resultado da avaliação do respectivo grupo. Atendendo a que há 3 grupos que começaram em Janeiro a funcionar e que precisam de guia, agradecíamos que as respostas não demorassem muito.

 A Equipa Regional